EDIÇÃO
2019

MIP – Mês da Imagem do Porto é uma iniciativa do coletivo FORUM fotografia/filme Porto que pretende dinamizar, em conjunto, algumas iniciativas na área da fotografia e do vídeo. Depois da primeira edição, em dezembro de 2018, preparam neste momento a segunda edição, a estrear em abril de 2019, com atividades espalhadas por todos os espaços envolvidos no projeto.
© Nelson Miranda
Adorna Corações

Conversa

“Os colecio- nadores inquietos”

SAB 09 Mar | 17:00 – QUA 10 ABR

Da chegada dos portugueses e africanos à América indígena e às tensões da nova terra, Oriki narra um Brasil despido em sua pele dura, transfigurando-se em suor, em seiva. Em cada fotograma, a estética da dignidade, a cartografia de um porto distante – como se, por detrás de cada esquina, de cada objeto, existisse um negativo-memória, uma lanterna para uma história rediviva. A partir desta tensão, evidenciada nos pequenos hábitos, vemos a flutuação irregular de tipos, a diversidade crua, um hálito quente, vigoroso, soprando entre mulheres-pássaro e homens-cotidiano. Uma antiga alma que quer escapar do silêncio. É o passado - como aquele segundo coração a bater em nós. Não escapa, de fato, em cada retrato, a labuta bruta a questionar a mercadoria de baixo preço, um tempo ancestral de contar, uma pele escura que brilha e avisa: estamos lutando. Oriki carrega na língua iorubá, advinda do Golfo da Guiné, significados extensos, como afeto, nome, canto, poema ou algo que é oferecido a alguém. Aqui, o termo ressurge como uma nova voz de vazão. É ofertada, portanto, uma viagem ao desconforto, por dentro de um Brasil múltiplo e infinito.

Exposição

“Onde vai um(a) português(a)…”

Joaquim Luxo | Luísa Sequeira | Nelson Miranda | Nelson Silva

QUI 11 ABR | 19:00

Exposição patente no Código Design
Da chegada dos portugueses e africanos à América indígena e às tensões da nova terra, Oriki narra um Brasil despido em sua pele dura, transfigurando-se em suor, em seiva. Em cada fotograma, a estética da dignidade, a cartografia de um porto distante – como se, por detrás de cada esquina, de cada objeto, existisse um negativo-memória, uma lanterna para uma história rediviva. A partir desta tensão, evidenciada nos pequenos hábitos, vemos a flutuação irregular de tipos, a diversidade crua, um hálito quente, vigoroso, soprando entre mulheres-pássaro e homens-cotidiano. Uma antiga alma que quer escapar do silêncio. É o passado - como aquele segundo coração a bater em nós. Não escapa, de fato, em cada retrato, a labuta bruta a questionar a mercadoria de baixo preço, um tempo ancestral de contar, uma pele escura que brilha e avisa: estamos lutando. Oriki carrega na língua iorubá, advinda do Golfo da Guiné, significados extensos, como afeto, nome, canto, poema ou algo que é oferecido a alguém. Aqui, o termo ressurge como uma nova voz de vazão. É ofertada, portanto, uma viagem ao desconforto, por dentro de um Brasil múltiplo e infinito.

Conferência

a fotografia contem- porânea

Encre Fertile

SAB 13 ABR | 16:00

Conferência a decorrer na Praça Carlos Alberto, 71

Exposição

“La migration des bancs de sardines”

Encre Fertile

SAB 13 ABR | 17:00

Encre fertile, um binómio de artistas bretãs. Erika Raio gosta das técnicas mistas e Mélanie Busnel prefere o grafismo e a colagem. As duas artistas são colecionadoras de papéis e arquivos. As duas reforçam-se pelas diferenças que as complementam. As duas realizam a quatro mãos uma nova perspetiva artística com a assinatura Encre fertile. Desejosas de romper com a solidão do ateliê, deixaram seduzir-se pelo carácter nómada da Street Art. Desde então, semeiam “grão de macadam” em França e pelo mundo. O Adorna Corações apresenta a exposição La migration des bancs de sardines que constitui um arquivo de fotografias pessoais de viagens desde o sudoeste da Bretanha a Marrocos e de retratos de vernaculares do início de Século, intervenções de cor e matéria que dão lugar a uma ficção, a imagens das campanhas de pesca da sardinha. “Quisemos brincar com o eco do passado ao transpor as fotografias de varinas estereótipo solene para o contexto estrangeiro”. Este trabalho fotográfico é também pictórico, gráfico. Estabelece um paralelo entre a cultura e a memória da identidade, que interroga.
ESPIGA

Exposição

Exposição Sem Rota

QUI 11 ABR | 21:30

Sem Rota é uma exposição permanente, com previsão de crescimento, que serve para recordar todos os viajantes que connosco partilharam a sua experiência e nos elevaram os padrões de sonho.

Conversa

VIAGEM AO MUNDO (SEM SAIR DO SOFÁ) – ISTAMBUL

Manuela Matos Monteiro

QUI 11 ABR | 21:30

INSTANTES

Exposição

Oriki

Vinicius Ferreira

SAB 30 Mar | 21:30

Exposição patente na Casa Cultura Avintes
Da chegada dos portugueses e africanos à América indígena e às tensões da nova terra, Oriki narra um Brasil despido em sua pele dura, transfigurando-se em suor, em seiva. Em cada fotograma, a estética da dignidade, a cartografia de um porto distante – como se, por detrás de cada esquina, de cada objeto, existisse um negativo-memória, uma lanterna para uma história rediviva. A partir desta tensão, evidenciada nos pequenos hábitos, vemos a flutuação irregular de tipos, a diversidade crua, um hálito quente, vigoroso, soprando entre mulheres-pássaro e homens-cotidiano. Uma antiga alma que quer escapar do silêncio. É o passado - como aquele segundo coração a bater em nós. Não escapa, de fato, em cada retrato, a labuta bruta a questionar a mercadoria de baixo preço, um tempo ancestral de contar, uma pele escura que brilha e avisa: estamos lutando. Oriki carrega na língua iorubá, advinda do Golfo da Guiné, significados extensos, como afeto, nome, canto, poema ou algo que é oferecido a alguém. Aqui, o termo ressurge como uma nova voz de vazão. É ofertada, portanto, uma viagem ao desconforto, por dentro de um Brasil múltiplo e infinito.
IPCI

Exposição

Exposição de fotografias IPCI

Ex-Alunos IPCI

SAB 30 Mar

Filme | Conversa

Filme "Revolução Industrial"

Frederico Lobo

SAB 30 Mar | 17:00

Entrada Livre
As já conhecidas conversas do IPCI têm vindo ao longo destes dois anos a pautar a agenda da cidade com uma oferta cultural que se caracteriza pela abordagem a temas distintos que vão desde o Cinema à Fotografia e a Produção Cultural. Estas conversas criam pontes de aproximação e diálogo entre criadores, publico em geral e estudantes destas áreas, que podem através destes encontros ficar com uma percepção mais abrangente do mercado e das tendências de criação. A apresentação do filme terá no final uma conversa com o realizador Frederico Lobo. O Vale do Ave é, desde há mais de um século, um território tomado pela imposição da indústria. Entre ruínas e fábricas em funcionamento, desce-se o rio numa viagem pelas margens do presente, desenterrando as marcas do passado.

Esposição

Desmantela- mento de um rio

Bruno Silva

SAB 06 ABR | 17:00

O Rio Tinto é um pequeno rio com cerca de 10km que nasce em Ermesinde e tem como sua foz o rio Douro. Durante séculos o rio forneceu água às populações que viviam nas margens e às dezenas de moinhos que permaneceram activos até ao final dos anos 60. Nas últimas décadas, devido à expansão urbanística, parte do rio foi entubado e vários crimes ecológicos fizeram do Rio Tinto um dos rios mais poluídos da zona norte do país. Actualmente, o rio tinto está a sofrer uma reestruturação profunda. A transformação irá mudar o rio e a vida nas margens para sempre. Desmantelamento de um rio é um trabalho de memória, um ponto intermédio de um território em mudança. É também um trabalho sobre o subúrbio e sobre a ruralidade à margem de uma grande cidade.
MIRA FORUM

Exposição

Exposição Porto | Porto Fotografias

Exposição colectiva

SEX 29 MAR | 18:30 – SAB 11 mAI

Exposição patente no Metro da Trindade
No âmbito do MIP 2019, o MIRA FORUM organiza na estação da Trindade do Metro uma exposição coletiva de fotografia que tem por tema a cidade. Os 25 autores das fotografias são membros do grupo Porto Photography no facebook que conta com mais de 23 000 membros. Une-os a paixão pela fotografia e pela cidade O grupo Porto Photography foi criado no facebook em 2012 e tem mais de 23 000 membros. O que os une são duas paixões: a paixão pelo Porto e a paixão pela fotografia. Diariamente são publicadas dezenas de fotografias e no seu acervo há milhares de imagens do Porto: ruas, vielas, avenidas, praças, imagens captadas em todas as horas do dia, em todas as estações do ano, imagens do Porto antigo e do Porto contemporâneo, imagens com gente, sem gente, junto ao rio, junto ao mar, em jardins e em parques, no metro, nos mercados, nas igrejas, no meio do trânsito, na quietude de recantos... De entre tantas fotografias foram selecionadas imagens de 23 membros que têm formações diferentes, histórias de vida distintas, interesses diversos mas que partilham a mesma paixão pela cidade e pela fotografia. É o seu testemunho marcado pela emoção que trazemos a um espaço onde se cruzam diariamente milhares de pessoas devolvendo-lhes uma cidade diversa, cosmopolita, palpitante de história e de vida…

Exposição

Exposição Espaço Comum

Lara Jacinto

SAB 30 MaR | 16:00 – SAB 04 Mai

O Espaço Comum é uma construção afetiva que reflete e expressa uma forma de ser única, partilhada por cidadãos portugueses e espanhóis. Questiona o passado e o presente de um espaço que é líquido e, ao mesmo tempo, imóvel, fragmentos visuais que renovam o modo de questionar a relação entre espaço e humanidade no tempo da cidadania global.

Esposição

Pinhole Porto Photography 2019

Coletiva – Open call

SAB 30 Mar | 16:00 – SAB 04 Mai

No âmbito do MIP_ Mês da Imagem do Porto, organizamos uma exposição que resultou de um open call internacional. Apresentaram os seus trabalhos centenas de fotógrafos de 20 países. Na exposição são apresentadas 50 obras que foram selecionadas e que estão impressas e emolduradas. Cerca de 100 imagens são projetadas durante a exposição. Ao longo do mês desenvolveremos um programa que terá a fotografia pinhole como centro. Curadoria: Adelino Marques, António Martins Teixeira, Augusto Lemos e Rui Apolinário.

PHOTOWALK

33º MIRA | EYEEM MEETUP

SAB 13 abr | 10:30 – 13:00

Parque da Pasteleira
No âmbito do MIP 2019 realiza-se um photowalk ao Parque da Pasteleira onde se explorarão oportunidades fotográficas num ambiente bucólico. Visitaremos exposição "Douro (DWR) 3 solos entre céu e terra" que se encontra no Reservatório da Pasteleira situado no parque.

colóquio

A fotografia pinhole no mundo do digital / virtual

SAB 13 abr | 15:00

Entrada Livre
Num mundo caracterizado pela profusão massiva e vertiginosa de imagens, a fotografia pinhole ou estenopeica ganha progressivamente um lugar particular pelo seu "slow" processamento, pelas suas características plásticas pelo facto de cada imagem ser única. Neste colóquio, procura-se situar a fotografia estenopeica na história geral da fotografia e discutir o seu lugar no mundo Contemporâneo. "Fotografia Estenopeica: História e tendências atuais" Augusto Lemos "Pinhole marginal, de besta a bestial - formatos, aparatos e divagações à volta da Fotografia Estenopeica." António Martins Teixeira "Da contemporaneidade da fotografia pinhole" Rui Apolinário

Workshop

WORKSHOP fotografia Pinhole

António Martins Teixeira

SAB 27 abr | 9:30 –17:00

Neste workshop, os formandos farão um percurso que vai da teoria à prática, da construção de uma câmara pinhole à sua operacionalização técnica para se conseguirem fotografias únicas e exclusivas.

Photowalk

Photowalk Dia Mundial da Pinhole no mira

dom 28 abr | 15:00 – 19:00

MIRA FORUM
No âmbito do MIP 2019 celebraremos o Dia Mundial da Pinhole no último domingo de abril organizando um photowalk na zona de Campanhã. As imagens captadas integrarão o site internacional dedicado a este dia. 15:00 Encontro no MIRA FORUM - (re)visita à exposição Pinhole Porto Photography 2019. 15:30 Início do photowalk por Campanhã fotografando a zona da estação e da linha férrea desativada.
MOT

Workshop

Realização de wks

OPPIA

Exposição

A CIDADE QUE NÃO EXISTE

João Pádua

DOM 31 Mar | 18:00 – QUI 04 ABR

Entrincheirada entre duas utopias situa-se a cidade que não existe. É uma cidade imaginada, enleada em medos e desejos. Tendo como musas, por um lado, as cidade invisíveis imaginadas pelo Italo Calvino e, por outro, o filme Blade Runner do Ridley Scott, serviram estas de mote e moldura em filigrana que entrevi e registei na minha visita a Chongqing, na China. Sem qualquer tipo de preocupação em documentar fidedignamente o local, apropriei-me das peças soltas que fui encontrando pelo caminho e com elas reconstruí a cidade que tinha imaginado antes, ou melhor, aquela cidade que sensibilizou o meu imaginário. A cidade que necessitava ser expressa.

Workshop

Impressão platinum palladium – História e prática

Manuel Gomes Teixeira

SEX 19 ABR | 18:30 – 20:30

Entrada Livre
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