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O projecto centra-se no arquétipo de mãe. Partindo de uma referência de proximidade, são explorados gestos, posturas e características comuns a um tempo e lugar. “Guardar o fogo para dias de pouca luz” compreende também o conceito de mãe como elemento, mãe-terra e mãe-natureza.

Maria Oliveira, 1982
Nasceu e cresceu em Ponte de Lima, vive no Porto.
Baseando-se nas suas vivências, tem interessado-se por desenvolver trabalhos que abarcam esses lugares umbilicais, físicos e mentais. Pela sua mutação, pelas relações entre pessoas e natureza, em estreita convivência. Interessa-se não pela sua documentação, mas por uma perspectiva poética, entre o visível e o oculto. Entre a realidade, a memória e a imaginação. Expõe regularmente, desde 2011, em Portugal e no estrangeiro. Em 2019 participa na primeira Bienal de Fotografia do Porto. Entre 2016 e 2017 é artista residente da Ci.clo - Plataforma de Fotografia, onde desenvolve o projecto ‘Guardar o fogo para dias de pouca luz’, que integra uma exposição patente em diferentes lugares, como Centro Português de Fotografia, no Porto, Portugal; Fotofestiwal, em Lodz, Polónia e Escola de Artes Visuais, em Nova Iorque, E.U.A. Em 2014 expõe no Festival FotoRio, Rio de Janeiro, Brasil, e em 2011 na Casa de Portugal, em Macau.

Em 2019 foi vencedora do prémio Novos Talentos FNAC e Scopio Magazine International Photobook Contest.

Intervenientes na conversa:
Virgílio Ferreira, Pedro Leão Neto e Álvaro Domingues

Autor - Fotografias:
Maria Oliveira

Autores - textos:
Maria Oliveira
Álvaro Domingues
Pedro Leão Neto

Ed. SCOPIO
Porto, 2019
70 pages
ISBN 978-989-54318-6-1

Maria Oliveira
© Maria Oliveira